01 · INTRODUÇÃO · COMPORTAMENTO HUMANO
Aprender a compreender o mundo
Observar a natureza, transformar materiais e partilhar o que se aprendeu.
Ler a ficha completa →HISTÓRIA · COLEÇÃO ABERTA
Um museu aberto em oito âmbitos: contexto mundial, cultura, arquitetura, personagens e fauna, tesouros, estatuetas femininas, crenças e portas continentais cartografadas.
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ATLAS 7 MA—2500 A. C. · EPÍLOGO 1850—1700 A. C.
Um museu aberto em oito âmbitos: contexto mundial, cultura, arquitetura, personagens e fauna, tesouros, estatuetas femininas, crenças e portas continentais cartografadas.
As nove personagens de Sarımğara são fictícias e fazem parte de um grupo mais amplo. A mulher de Upton Lovell, a fauna, as peças e os sítios distinguem o que sabemos daquilo que foi proposto como explicação.
EXPLORA A COLEÇÃO
Segue a ordem do museu ou vai diretamente a uma secção. Cada ficha inclui a sua documentação pública completa e as suas fontes.
01 · COLEÇÃO
Começa pelo atlas de vestígios e pela rede de espécies. Depois descobre como aprendemos a compreender o mundo e o que encontrarás no museu e porquê.
01 · INTRODUÇÃO · COMPORTAMENTO HUMANO
Observar a natureza, transformar materiais e partilhar o que se aprendeu.
Ler a ficha completa →02 · INTRODUÇÃO · CHAVES DA VISITA
Cada animal, objeto, lugar e personagem ajuda a responder a uma pergunta.
Ler a ficha completa →02 · COLEÇÃO
Flautas, sinais, escultura e dez paisagens rupestres mostram práticas expressivas sem inventar melodias, escritas decifradas ou um teatro pré-histórico.
01 · GESTO · PALEOLÍTICO MÉDIO
Umas linhas gravadas no chão de uma gruta mostram que alguém quis deixar uma marca.
Ler a ficha completa →02 · SOM · AURIGNACENSE
Sobrevivem quatro orifícios; um quinto é reconstituído na extremidade partida.
Ler a ficha completa →03 · CULTURA · CORPO · SOM · LIMITE DOCUMENTAL
As imagens antigas podem mostrar pessoas a dançar, mas não nos dizem como era a sua dança.
Ler a ficha completa →04 · CULTURA · INFORMAÇÃO · ≈77.000–75.000 ANOS
Alguém gravou estas linhas há cerca de 75.000 anos. Ainda não sabemos o que significavam.
Ler a ficha completa →05 · ARTE MÓVEL · MAGDALENENSE MÉDIO · MAS-D’AZIL
Esta ferramenta ajudava a lançar projéteis mais longe e era decorada com figuras de animais.
Ler a ficha completa →06 · AURIGNACENSE · ≈40.000 ANOS · MARFIM DE MAMUTE
Quem a esculpiu combinou traços humanos e animais. Não sabemos o que representava para a sua comunidade.
Ler a ficha completa →07 · GRAVETENSE ORIENTAL · ≈23.000–21.000 ANOS
Esta pequena figura de bisonte conserva restos de ocre e apareceu colocada de bruços numa fossa.
Ler a ficha completa →08 · GRAVETENSE MORÁVIO · ≈28.000 ANOS CAL BP
Os orifícios das suas peças sugerem que podiam unir-se. Não sabemos se era usada como uma marioneta.
Ler a ficha completa →09 · MAGDALENENSE MÉDIO · ≈18.000–16.000 ANOS
Um pequeno disco gravado mostra pessoas e animais, mas não sabemos para que era utilizado.
Ler a ficha completa →10 · NEOLÍTICO ANTIGO CARDIAL · VI–V MILÉNIOS A. C.
Este objeto tem dois recipientes ligados. A sua forma conserva-se, mas o seu uso continua a ser uma questão em aberto.
Ler a ficha completa →11 · MAGDALENENSE · LUZ, GORDURA E PEDRA GRAVADA
Esta lâmpada de pedra tem uma cabeça de íbex gravada no cabo.
Ler a ficha completa →12 · EUROPA · CANTÁBRIA
Repara no dorso e no ventre dos bisontes: os seus pintores aproveitaram as formas da rocha para lhes dar volume.
Ler a ficha completa →13 · EUROPA · DORDONHA
Auroques, cavalos e veados cobrem as paredes. Repara nos seus tamanhos e na distribuição das figuras.
Ler a ficha completa →14 · ÁFRICA · ARGÉLIA
As pinturas mostram pessoas e animais de épocas em que o Sara era mais húmido.
Ler a ficha completa →15 · ÁFRICA · MALOTI-DRAKENSBERG
Este grande antílope tinha importância na alimentação e nas crenças das comunidades san.
Ler a ficha completa →16 · ÁSIA · SULAWESI
Um porco e três figuras formam uma cena pintada há pelo menos 51.200 anos, segundo a sua datação publicada.
Ler a ficha completa →17 · ÁSIA · ÍNDIA CENTRAL
Algumas figuras estão pintadas sobre outras: diferentes gerações usaram as mesmas paredes.
Ler a ficha completa →18 · OCEÂNIA · TERRAS BININJ/MUNGGUY
Algumas pinturas mostram o esqueleto e os órgãos dos animais, além da sua silhueta.
Ler a ficha completa →19 · OCEÂNIA · CABO YORK
Estas figuras continuam a fazer parte das tradições das comunidades aborígenes da região.
Ler a ficha completa →20 · AMÉRICA · PATAGÓNIA
Para deixar estas silhuetas, aplicou-se pigmento em redor das mãos apoiadas na rocha.
Ler a ficha completa →21 · AMÉRICA · BAIXA CALIFÓRNIA
Algumas figuras humanas são maiores do que uma pessoa real e estão pintadas a vermelho e preto.
Ler a ficha completa →03 · COLEÇÃO
De dois troncos unidos a habitações, torres e recintos monumentais: uma seleção global que combate o viés de conservação da pedra.
01 · LUGAR · NEOLÍTICO PRÉ-CERÂMICO
Arquitetura monumental antes das cidades.
Ler a ficha completa →02 · MADEIRA ESTRUTURAL · PELO MENOS 476.000 ± 23.000 ANOS
Um entalhe permitiu encaixar os dois troncos. A madeira conserva as marcas do trabalho.
Ler a ficha completa →03 · ACAMPAMENTO · ≈23.000 ANOS
Conservam-se vestígios de seis cabanas, lareiras e lugares onde os seus habitantes realizavam diferentes tarefas.
Ler a ficha completa →04 · JERICÓ · IX–VIII MILÉNIO A. C.
Construir a torre, o muro e o fosso exigiu trabalho partilhado. A sua função exata continua em debate.
Ler a ficha completa →05 · ANATÓLIA · ≈7400–6200 A. C.
As casas estavam encostadas umas às outras. Os habitantes deslocavam-se pelos telhados para entrar nelas.
Ler a ficha completa →06 · JŌMON · ≈3900–2200 A. C.
Os buracos dos postes conservam-se, mas a altura e a forma do edifício são uma proposta de reconstrução.
Ler a ficha completa →07 · ÓRCADES · ≈3100–2500 A. C.
Nestas habitações conservam-se lareiras, camas e espaços de armazenamento construídos em pedra.
Ler a ficha completa →08 · BRÚ NA BÓINNE · FINAL DO IV MILÉNIO A. C.
A luz do amanhecer entra na câmara durante o solstício de inverno. O monumento também teve um uso funerário.
Ler a ficha completa →04 · COLEÇÃO
Personagens à esquerda; fauna à direita. Do mais antigo ao mais recente segundo a vida, o reinado ou a cena. Os períodos podem sobrepor-se; as vozes sem data determinável encerram o percurso.
01 · PERSONAGEM · GUIA
Caçador, protetor e primeiro guia de Sarımğara.
Ler a ficha completa →02 · PERSONAGEM · CUIDADO
Repara peças de vestuário de pele e ajuda a organizar as tarefas do acampamento.
Ler a ficha completa →03 · PERSONAGEM · RECOLEÇÃO
Compara as plantas que encontra e separa as amostras que não reconhece.
Ler a ficha completa →04 · PERSONAGEM · MEMÓRIA
Depois de jantar, algumas pessoas ficam junto ao fogo para o ouvir.
Ler a ficha completa →05 · PERSONAGEM · ARTESÃO
Trabalha a pedra, o osso e a madeira e testa para que serve cada material.
Ler a ficha completa →06 · PERSONAGEM · RASTREADOR
Observa as pegadas, o vento e o terreno antes de se aproximar de um animal.
Ler a ficha completa →07 · PERSONAGEM FICTÍCIA · SARIMĞARA
Ena está a fazer um colar para a filha com algumas pedras que Daro trouxe.
Ler a ficha completa →08 · PERSONAGEM FICTÍCIA · SARIMĞARA
Daro regressa dos seus percursos com notícias, algumas pedras e uma promessa que ainda não contou em casa.
Ler a ficha completa →09 · PERSONAGEM FICTÍCIA · SARIMĞARA
Luma tem sete anos e quer escolher uma das contas do seu colar.
Ler a ficha completa →10 · INDIVÍDUO ARQUEOLÓGICO · IDADE DO COBRE · VARNA
Um espólio funerário extraordinário distingue um possível dirigente de há cerca de 6500 anos.
Ler a ficha completa →11 · PESSOA REAL · IDADE DO COBRE · ALPES
A roupa, as ferramentas e o corpo permitem investigar uma vida de há cerca de 5300 anos.
Ler a ficha completa →12 · PESSOA · BRONZE INICIAL
A pessoa sepultada era uma mulher. O seu espólio funerário deu origem a várias interpretações, entre elas a de ourives.
Ler a ficha completa →13 · FAUNA · PLEISTOCÉNICO
Embora pertença à família dos carnívoros, a sua alimentação era sobretudo vegetal.
Ler a ficha completa →14 · FAUNA · BOS PRIMIGENIUS
O auroque era um grande bovino selvagem. Extinguiu-se depois de conviver durante milhares de anos com as pessoas.
Ler a ficha completa →15 · FAUNA · PANTHERA SPELAEA
Este felino viveu em regiões frias. As representações paleolíticas não costumam mostrar uma juba como a de muitos leões atuais.
Ler a ficha completa →16 · FAUNA · OVIS ORIENTALIS
Em Göbekli Tepe foram encontrados restos de ovelhas selvagens. A sua presença não demonstra que já fossem criadas em rebanhos.
Ler a ficha completa →17 · FAUNA · VULPES VULPES
Em Göbekli Tepe foram encontrados ossos de raposa e figuras deste animal esculpidas em pedra.
Ler a ficha completa →18 · FAUNA COMPARATIVA · AHL AL OUGHLAM, MARROCOS
Não conviveu com a comunidade neolítica que apresentamos em Sarımğara.
Ler a ficha completa →05 · COLEÇÃO
O arpão, a agulha de osso e as facas de Nahal Hemar aproximam-nos das técnicas do passado. As marcas de uso ajudam a saber para que serviram; a sua forma nem sempre basta.
01 · ADORNO FUNERÁRIO · NEOLÍTICO PRÉ-CERÂMICO B
O colar de uma menina de Ba’ja reunia milhares de contas distribuídas por dez fiadas.
Ler a ficha completa →02 · CAÇA · PALEOLÍTICO FINAL
Em Stellmoor conservaram-se partes de flechas de madeira de há cerca de 12.000 anos.
Ler a ficha completa →03 · TIRO COM ARCO · NEOLÍTICO ANTIGO
Torceram-se tendões de animais para fabricar cordas resistentes e flexíveis. A madeira do arco não se conservou.
Ler a ficha completa →04 · TESOUROS · NEOLÍTICO PRÉ-CERÂMICO A
Nesta pedra foram identificados possíveis animais e flechas. A interpretação da gravura não é segura.
Ler a ficha completa →05 · TESOUROS · ALIMENTAÇÃO · NEOLÍTICO PRÉ-CERÂMICO
Em Çakmaktepe foram encontradas pedras para moer alimentos, anteriores à agricultura plenamente estabelecida.
Ler a ficha completa →06 · TESOUROS · COSTURA · RECONSTRUÇÃO TIPOLÓGICA
A ponta atravessa o material e o orifício permite passar o fio. As agulhas conservam-se melhor do que muitas peças de vestuário.
Ler a ficha completa →07 · NEOLÍTICO PRÉ-CERÂMICO B · VIII MILÉNIO A. C. · SÍLEX
O desgaste ajuda a estudar estas facas. A sua possível relação com práticas funerárias continua a ser uma interpretação.
Ler a ficha completa →08 · TECNOLOGIA · MAGDALENENSE · LAUGERIE-BASSE
Os dentes ajudavam a prender a presa. Não sabemos que animal foi capturado com esta peça.
Ler a ficha completa →06 · COLEÇÃO
Hohle Fels, Lespugue, Dolní Věstonice, Willendorf e Kostenki formam um catálogo de imagens, matérias e contextos; «Vénus» é um nome moderno.
01 · FIGURINHA FEMININA · AURIGNACENSE · ≈40.000 ANOS
O desgaste da argola sugere que esta figura pode ter sido usada suspensa.
Ler a ficha completa →02 · ESTATUETA FEMININA · GRAVETENSE · ≈28.000 ANOS
A figura partiu-se ao ser descoberta. As suas formas exageradas, porém, fazem parte do talhe original.
Ler a ficha completa →03 · PAVLOVIENSE/GRAVETENSE · ≈29.000–27.000 ANOS
Uma análise do interior permitiu excluir a presença de osso pulverizado na mistura de argila.
Ler a ficha completa →04 · ESTATUETA FEMININA · ≈29.500 ANOS
A pedra não provém da zona do achado. Assemelha-se a calcários dos Alpes italianos, mas não foi identificada uma pedreira concreta.
Ler a ficha completa →05 · GRAVETENSE ORIENTAL · ≈23.000–21.000 ANOS
Podemos estudar as suas fraturas e a forma como foi depositada. O significado e a relação com possíveis rituais continuam incertos.
Ler a ficha completa →07 · COLEÇÃO
Sete histórias separam o vestígio material daquilo que apenas podemos propor sobre memória, celebração e outras formas de humanidade.
01 · CRENÇAS E CURIOSIDADES · BA‘JA
Foi necessário reunir os materiais, trabalhar as peças e colocar cada conta no seu lugar.
Ler a ficha completa →02 · CRENÇAS E CURIOSIDADES · RAQEFET
Os vestígios de Raqefet sugerem que se preparavam bebidas fermentadas num contexto funerário.
Ler a ficha completa →03 · CRENÇAS E CURIOSIDADES · ADN E FÓSSEIS
Várias espécies humanas viveram nas mesmas épocas. Algumas também tiveram descendência entre si.
Ler a ficha completa →04 · NEOLÍTICO PRÉ-CERÂMICO B · VIII MILÉNIO A.C. · CALCÁRIO
Os orifícios permitiam prender a máscara. Não sabemos se era usada no rosto ou colocada num suporte.
Ler a ficha completa →05 · URAIS · CERCA DE 10.000 A.C. · DATAÇÃO APROXIMADA E DEBATIDA
A escultura conservou-se numa turfeira. A sua data exata e o significado das figuras continuam em discussão.
Ler a ficha completa →06 · NEOLÍTICO FINAL · ≈4000–3800 CAL A.C.
Estas peças de osso apareceram numa sepultura coletiva. Chamá-las «ídolos» não significa que saibamos a que crença pertenciam.
Ler a ficha completa →07 · NEOLÍTICO FINAL–CALCOLÍTICO INICIAL · ALENTEJO
A sua forma e decoração sugeriram um objeto de prestígio, mas não sabemos quem o utilizava nem para quê.
Ler a ficha completa →08 · COLEÇÃO
Vinte e cinco limiares ordenados por continente situam cada trajetória em mapas reais; não formam uma escada de progresso.
01 · EGITO · FORMAÇÃO DO ESTADO
As comunidades do vale e do delta do Nilo uniram-se gradualmente até formarem um reino.
Ler a ficha completa →02 · ÁFRICA · REGIÃO HISTÓRICA · REINOS SUCESSIVOS
A sul do Egito cresceu uma potência que chegou a governá-lo.
Ler a ficha completa →03 · ÁFRICA · CONSTELAÇÃO DE POVOS, LÍNGUAS E TRADIÇÕES VIVAS
Conheça as histórias, os conhecimentos e as tradições de diferentes povos san da África Austral.
Ler a ficha completa →04 · ÁFRICA · REDE DE OÁSIS · FORMAÇÃO POLÍTICA SAARIANA
Os garamantes construíram canais subterrâneos para obter água e cultivar nos oásis do Sara.
Ler a ficha completa →05 · ÁFRICA · CONSTELAÇÃO DE COMUNIDADES · HISTÓRIAS VIVAS
As florestas têm sido essenciais na vida de muitas comunidades batwa e twa, com histórias e tradições diferentes.
Ler a ficha completa →06 · ÁFRICA · MACRO-HISTÓRIA LINGUÍSTICA · SOCIEDADES DIVERSAS
As línguas bantu ligam muitas sociedades africanas. Não se trata de um único povo nem de um só reino.
Ler a ficha completa →07 · ÁFRICA · FAMÍLIA LINGUÍSTICA · REDES CULTURAIS E POLÍTICAS
As tradições orais mandé transmitem histórias de pessoas, viagens e reinos da África Ocidental.
Ler a ficha completa →08 · MESOPOTÂMIA · URUK
Alguns dos primeiros documentos escritos registavam quantidades, produtos e rações.
Ler a ficha completa →09 · INDO · URBANIZAÇÃO
Harappa permite acompanhar o crescimento de um povoado até se tornar uma grande cidade.
Ler a ficha completa →10 · CHINA · LONGSHAN
Um vaso tão fino que parece metal.
Ler a ficha completa →11 · ÁSIA OCIDENTAL · REINO IMPERIAL · SOCIEDADE PLURILINGUE
Os reis hititas governaram parte da Anatólia e relacionaram-se com os vizinhos através de guerras, comércio e tratados.
Ler a ficha completa →12 · ÁSIA MERIDIONAL · TRADIÇÃO LINGUÍSTICA E RITUAL · SOCIEDADES REGIONAIS
Os textos védicos foram transmitidos oralmente durante séculos através de técnicas cuidadosas de memorização.
Ler a ficha completa →13 · ÁSIA OCIDENTAL · RAMO HEBRAICO
A história destas comunidades combina vestígios arqueológicos e textos escritos em épocas diferentes.
Ler a ficha completa →14 · ÁSIA OCIDENTAL · CIDADES PORTUÁRIAS · REDE MARÍTIMA
As cidades fenícias ligavam diferentes lugares do Mediterrâneo através da navegação e do comércio.
Ler a ficha completa →15 · ESTEPE EUROASIÁTICA · POVOS EQUESTRES · CONFEDERAÇÕES MÓVEIS
O cavalo facilitava as deslocações, as trocas e a guerra entre os povos da estepe.
Ler a ficha completa →16 · ÁSIA OCIDENTAL · REINO · IMPÉRIO TERRITORIAL
O Império Aqueménida reuniu povos com diferentes línguas, costumes e formas de governo.
Ler a ficha completa →17 · ÁSIA ORIENTAL · FORMAÇÃO ESTATAL REGIONAL
Para conhecer Gojoseon, é preciso distinguir as tradições sobre a sua fundação dos vestígios e documentos que podemos datar.
Ler a ficha completa →18 · ÁSIA ORIENTAL · CULTURA ARQUEOLÓGICA · SOCIEDADES REGIONAIS
O arroz, o metal e os contactos continentais reorganizaram um arquipélago.
Ler a ficha completa →19 · GREGOS · INÍCIO NA FASE MINOICA
O percurso parte de Creta e prossegue para Micenas e os mundos gregos.
Ler a ficha completa →20 · EUROPA E EGEU · CIDADES ETRUSCAS · ESTADO ROMANO
Roma não nasceu sozinha: aprendeu com os vizinhos antes de os dominar.
Ler a ficha completa →21 · EUROPA · POVOS IBEROS
Os povos iberos partilhavam alguns traços culturais, mas não formaram um único reino.
Ler a ficha completa →22 · EUROPA E EGEU · CONSTELAÇÃO LINGUÍSTICA E CULTURAL
Diferentes comunidades associadas ao mundo celta viveram desde o Atlântico até à Anatólia. Nunca formaram um único império.
Ler a ficha completa →23 · EUROPA · BALCÃS, EGEU E BAIXO DANÚBIO
Povoações, túmulos e tesouros permitem conhecer os povos trácios e os seus contactos com outras culturas.
Ler a ficha completa →24 · AMÉRICA · TRADIÇÃO CULTURAL VIVA · RAÍZES FORMATIVAS · CIDADES-ESTADO
Os povos maias desenvolveram cidades, escrita e calendários e mantiveram contactos com outras sociedades da Mesoamérica.
Ler a ficha completa →25 · AMÉRICA · MUSEU AGREGADOR · SETE TRADIÇÕES ANDINAS
Caral, Chavín, Nazca, Moche, Tiwanaku, Wari e Chimú tiveram histórias próprias antes do Império Inca.
Ler a ficha completa →Antes de las ciudades
Conhece o projeto de ficção interligada. Podes ler Pré-História; os restantes volumes não são apresentados como produtos terminados à venda.
Explorar os livros →Experimenta a alfa de Pré-História no navegador. As campanhas das outras culturas continuam em desenvolvimento.
Abrir o jogo →Segue as ligações a instituições e sítios arqueológicos de cada ficha. Estão previstos guias de viagens históricas por país, mas ainda não foram publicados.
Viagens históricas →Descobre criações artísticas inspiradas nas coleções e consulta a disponibilidade de cada artigo. A visita ao museu continua a ser gratuita.
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