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CRENÇAS E CURIOSIDADES · BA‘JA

O colar infantil de Ba’ja

Mais de 2.500 contas numa sepultura infantil

Foi necessário reunir os materiais, trabalhar as peças e colocar cada conta no seu lugar.

Documentação do museu · leitura pública e gratuita, sem registo.

RECONSTITUIÇÃO VISUAL DECLARADA · IMAGEM GERADA POR IA · TRACEKEEPERS

Reconstrução gerada · Hipótese visual declarada

Reconstrução visual declarada; não é uma fotografia do original nem evidência documental.

Reconstrução científica do colar neolítico de Ba‘ja
RECONSTITUIÇÃO VISUAL DECLARADA · IMAGEM GERADA POR IA · TRACEKEEPERS

Reconstrução gerada · Hipótese visual declarada

Reconstrução visual declarada; não é uma fotografia do original nem evidência documental.

História e contexto

Este colar foi encontrado na sepultura de uma pessoa de cerca de oito anos, cujo sexo não pôde ser confirmado. «Jamila» é uma alcunha moderna: não conhecemos o seu nome. Entre os materiais há conchas do mar Vermelho, o que permite investigar como chegaram a Ba’ja.

Não sabemos quem fez o colar nem o que significava para quem o deixou na sepultura. Também não sabemos se foi usado em vida ou que posição ocupava a pessoa enterrada. O colar simples de Luma pertence a outra época e à ficção do livro; não é uma reprodução desta peça.

O que sabemos e o que interpretamos

Facto documentado: sepultura CG7, materiais, desgaste e distribuição das contas. Interpretação em aberto: estatuto, identidade, rito e vida anterior do colar.

Dados de catálogo

Data
≈7250–7000 a. C.
Local
Ba‘ja · sul da Jordânia
Vestígio
>2.500 contas · até seis metros de cordame
Cautela
«Jamila» é uma alcunha moderna; sexo não confirmado

Um olhar mais próximo

Leitura de cerca de 1 min · Seções: 1. Leitura aprofundada e fontes · acesso gratuito. Revisão editorial registada: .

A vida de um adorno não começa necessariamente na sepultura

A intensidade desigual do desgaste sugere histórias de uso diferentes para os componentes do colar. Algumas perfurações mostram arredondamento e tensão prolongada; outras peças não conservam sinais equivalentes. Isto permite perguntar se foram reunidos elementos com biografias diferentes antes do enterro, sem demonstrar quem os tinha usado. A madrepérola, além disso, teria refletido luz e cores de uma forma que a degradação atual atenua. Pensar no desgaste e no brilho devolve uma dimensão temporal ao adorno: o seu aspeto escavado não equivale exatamente à sua presença perante quem o depositou.

Fontes e referências

Saber mais

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