Uma sepultura junto ao lago permite falar de uma vida sem lhe inventar um nome.
Documentação do museu · leitura pública e gratuita, sem registo.
Imagem 1 de 4 · Principal
Mulher de Lugala A1 · RECRIAÇÃO COM IA · APARÊNCIA HIPOTÉTICA
Reconstrução · Hipótese visual declarada
Recriação visual interpretativa da Mulher de Lugala A1, situada em 339–437 d. C. calibrados · carvão do recipiente associado. Não é uma fotografia autêntica nem uma reconstrução facial científica. A fonte individual é a sepultura SK2, documentada nas figuras 5.20–5.21 de Tibesasa. A cerâmica pode ser reproduzida a partir dessa documentação. Não se conserva um crânio que permita reconstruir o rosto. A aparência e a cobertura corporal são interpretação.
Tracekeepers
História e contexto
Em Lugala A1, junto ao lago Vitória, a escavação recuperou restos de uma pessoa adulta, provavelmente mulher, associados a cerâmica Urewe. Um carvão do interior do recipiente que cobria a sua mão esquerda produziu a datação publicada de 339–437 d. C.
A pessoa existiu; desconhecemos o seu nome e a sua língua. O seu rosto, penteado e vestuário são imaginados com cautela. A sua presença aqui explica um contexto regional antigo, sem identificar todos os utilizadores de cerâmica Urewe como falantes de línguas bantas.
O que sabemos e o que interpretamos
Indivíduo arqueológico SK2; estimativa osteológica feminina e adulta, sem intervalo etário restrito. A data provém de carvão associado, não de datação direta do corpo. Não foram documentados vestuário nem calçado.
A fonte individual é a sepultura SK2, documentada nas figuras 5.20–5.21 de Tibesasa. A cerâmica pode ser reproduzida a partir dessa documentação. Não se conserva um crânio que permita reconstruir o rosto. A aparência e a cobertura corporal são interpretação.
Dados de catálogo
Cronologia
339–437 d. C. calibrados · carvão do recipiente associado
Sítio arqueológico
Lugala A1 · margem setentrional do lago Vitória · Uganda
Identificação
Indivíduo 2 / SK2 · nome desconhecido
Base da datação
339–437 d. C. calibrados; carvão em recipiente associado
Desconhecida; Urewe designa uma tradição cerâmica.
Imagens de referência e proveniência
O registo deste retrato não conserva fotografias verificadas usadas como referência. Não podemos apresentar o seu rosto como uma reconstrução exata. As fontes escritas podem ser consultadas no final da ficha.
Localização e território
ESCOPO REGIONAL
Extensão linguística atual máxima e corredores históricos; não foi um território político único nem foi ocupado simultaneamenteExtensão linguística atual máxima e corredores históricos; não foi um território político único nem foi ocupado simultaneamente. A marca assinala o centro aproximado da área, não uma fronteira nem um ponto exato.