K’inich Yax K’uk’ Mo’: o início de uma dinastia em Copán
Inscrições e uma sepultura permitem aproximar-se do fundador sem transformar a memória posterior em fotografia.
Documentação do museu · leitura pública e gratuita, sem registo.
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K’inich Yax K’uk’ Mo’ · RECONSTITUIÇÃO COM IA · APARÊNCIA HIPOTÉTICA
Reconstrução · Hipótese visual declarada
Reconstituição visual interpretativa de K’inich Yax K’uk’ Mo’, situada no reinado de 426 a cerca de 437 d. C. · cena proposta cerca de 435 d. C. Não é uma fotografia autêntica nem uma reconstrução facial científica. Espólio masculino de Hunal: toucado com peças de concha, peitoral e adornos auriculares de jade. O relevo de Motmot e outros testemunhos iniciais são referências de controlo preferíveis ao Altar Q de 776. Nenhum permite certificar o rosto ou o vestuário completo.
Tracekeepers
História e contexto
As inscrições de Copán situam a ascensão ao poder de K’inich Yax K’uk’ Mo’ em 426 d. C. A sua dinastia transformou o fundador numa referência política durante gerações. Os acontecimentos do século V devem ser separados dos monumentos posteriores que os recordam.
A tumba Hunal contém um enterramento masculino de alto estatuto que os investigadores atribuem provavelmente ao fundador. O espólio oferece indícios materiais sobre a sua posição, embora a associação entre restos e nome não equivalha a uma identificação pessoal indiscutível.
Esta reconstituição situa-o no final do seu reinado, por volta de 435. Os adornos apoiam-se no contexto funerário inicial. Não reproduz como traje contemporâneo o Altar Q, elaborado mais de três séculos depois; a pele, o penteado, a roupa perecível e os traços são interpretações explícitas.
O que sabemos e o que interpretamos
Governante atestado por inscrições que comemoram acontecimentos desde 426. Hunal é atribuído de forma provável a Yax K’uk’ Mo’; nem todas as inscrições ou os seus retratos são contemporâneos. A data aproximada de 437 depende da interpretação das notícias funerárias. A origem do fundador continua a ser debatida.
Espólio masculino de Hunal: toucado com peças de concha, peitoral e adornos auriculares de jade. O relevo de Motmot e outros testemunhos iniciais são referências de controlo preferíveis ao Altar Q de 776. Nenhum permite certificar o rosto ou o vestuário completo.
Dados de catálogo
Cronologia
Reinado de 426 a cerca de 437 d. C. · cena proposta cerca de 435 d. C.
Reinado
426–cerca de 437 d. C.; o final é aproximado
Local
Copán, Honduras
Contexto arqueológico
Tumba Hunal, sob a Acrópole; atribuição provável ao fundador
Representação
Reconstituição hipotética de um adulto idoso por volta de 435 d. C.
Cautela
O Altar Q é uma comemoração do século VIII, não um retrato contemporâneo
Imagens de referência e proveniência
O registo deste retrato não conserva fotografias verificadas usadas como referência. Não podemos apresentar o seu rosto como uma reconstrução exata. As fontes escritas podem ser consultadas no final da ficha.