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TRACEKEEPERS
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11 · Mobilidade · disparar sem estribos

Arco e flechas numa caixa

O gorytos do cavaleiro cita

Uma única caixa protegia o arco composto e as flechas, pronta a usar junto ao flanco.

Documentação do museu · leitura pública e gratuita, sem registo.

RECONSTITUIÇÃO VISUAL DECLARADA · RECURSO EDITORIAL EXISTENTE · TRACEKEEPERS

Reconstrução gerada · Hipótese visual declarada

Reconstituição visual declarada para contextualização museográfica; não é uma fotografia do original nem prova documental.

Reconstituição histórica específica do gorytos do cavaleiro cita, estepes euroasiáticas; peça do Oxus, Ásia Central, séculos V–IV a.C.
RECONSTITUIÇÃO VISUAL DECLARADA · RECURSO EDITORIAL EXISTENTE · TRACEKEEPERS

Reconstrução gerada · Hipótese visual declarada

Reconstituição visual declarada para contextualização museográfica; não é uma fotografia do original nem prova documental.

História e contexto

O gorytos combinava aljava e estojo de arco num equipamento compacto. Placas metálicas de luxo podiam cobrir versões cerimoniais, enquanto couro e madeira tornavam funcionais as de uso diário para cavaleiros e caçadores.

A eficácia do tiro com arco a cavalo não dependia de estribos, que chegariam muito mais tarde. Sela, equilíbrio, treino e arco composto permitiam disparar em movimento; o objeto explica uma tecnologia corporal, não uma suposta invencibilidade nómada.

O objeto do Tesouro do Oxus é um aplique de ouro vazado de apenas 3,5 por 2,5 centímetros e quatro gramas. Tem a forma de uma cabeça de ave com bico curvo e pescoço serpentiforme; cinco presilhas permitiam cosê-lo ou fixá-lo.

O British Museum considera provável que decorasse a parte superior de um gorytos, por comparação com relevos de Persépolis, mas regista tanto o local de descoberta Takht-i Kuwad como a atribuição cita com ponto de interrogação.

O que sabemos e o que interpretamos

Facto documentado: o British Museum conserva uma guarnição de gorytos atribuída ao mundo cita e aqueménida, e as imagens antigas mostram estojos combinados. Interpretação e cautela: nem todas as placas sumptuárias foram usadas em batalha ou permitem reconstruir uma tática universal. Ampliação documentada: aplique de ouro, séculos V–IV a.C., proveniência do Oxus não inteiramente segura; pode ter sido preso ao couro ou ao tecido de um estojo de arco. Interpretação e cautela ampliadas: não é uma aljava-estojo completa nem demonstra o seu mecanismo interno. A atribuição «Scythian (?)» e o local de descoberta «Takht-i Kuwad (?)» devem permanecer visíveis.

Dados de catálogo

Data narrativa
Séculos V–IV a.C.
Local
Estepes euroasiáticas; peça do Oxus, Ásia Central
Material
Ouro ou bronze sobre estojo de couro e madeira
Contexto
Equipamento de tiro com arco a cavalo e prestígio
Leitura curatorial
O facto documentado e a sua interpretação aparecem separados no bloco de evidência.
Dimensões
3,5 × 2,5 cm; 4 g
Fixação
5 presilhas traseiras
Catalogação
Scythian (?) e Takht-i Kuwad (?) no British Museum
Cobertura documental
3 fontes de museu, património, corpus primário ou investigação para esta paragem.
Neste agrupamento
Aplique atribuído provavelmente a um estojo de arco e flechas: não se conserva aqui um gorytos completo nem se prova o seu uso bélico.

UM TEMA COMUM, MOMENTOS DIFERENTES

Peças ligadas através do tempo

Segue um tema entre as coleções. Uma etiqueta comum permite comparar peças; não prova que uma cultura tenha influenciado outra.

A ordem utiliza o ponto médio de cada intervalo de datas aproximado; os intervalos podem sobrepor-se. O espaçamento não representa o tempo decorrido. Desliza, desloca-te ou utiliza as setas. Com a sequência focada, utiliza ← / →, Home ou End.

Arcos y flechas3 piezas fechadas

3 / 3No centro: Arco e flechas numa caixa

Um olhar mais próximo

Leitura de cerca de 1 min · Seções: 1. Leitura aprofundada e fontes · acesso gratuito. Revisão editorial registada: .

A pequena placa passou por várias coleções

O registo do British Museum permite acompanhar parte da história moderna do aplique. Anota Alexander Cunningham como proprietário anterior, Francis Charles Burton na cadeia de aquisição e a sua entrada através do legado de Augustus Wollaston Franks em 1897. Conserva também referências à sua apresentação na sala de ornamentos de ouro desde 1900 e, posteriormente, em espaços dedicados à Pérsia e ao Irão. São dados de circulação museológica, distintos da proveniência arqueológica incerta. Explicam como uma peça minúscula acabou por ser estudada no conjunto conhecido como Tesouro do Oxus.

Onde se conserva

The British Museum

Peça ou conjunto da ficha · Coleção documentada

A instituição que conserva a peça está documentada; a exposição ao público pode mudar. Consulta a sua ficha oficial antes de uma visita.

Fontes e referências

Aprofunda esta informação e consulta as suas fontes

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